Tribos

Terminei de ler ontem o mais novo livro do guru do marketing Seth Godin, chamado ‘Tribes’. É um livro impressionantemente curto (150 e poucas páginas pequenas) e sem capítulos, quase como se fosse uma reunião de posts de seu blog. E se esses posts tivessem uma tag em comum, ela seria ‘liderança’.

Seth chega a conclamar as pessoas a liderar (não no sentido empresarial cafona, mas no sentido de ser um facilitador da comunicação entre pessoas com os mesmos interesses). Retoma conceitos de livros anteriores, como o fim da estabilidade, a perniciosidade do status quo e o medo intrínseco do empreender; também introduz idéias novas, como o aspecto ‘fun’ do fazer diferente (que eu nunca tinha visto em obras dele).

Para ele, liderança está diretamente ligada a juntar pessoas ao longo de idéias necessariamente diferentes do corrente. O que implica - coisa que ele admite com coragem - deixar de fora uma grande parte de pessoas que não tem aderência com a idéia central da tribo e atrapalhariam a comunicação (coisa que as grandes empresas que fazem festivais de música ainda tem que aprender…).

Resume bem dizer que tribos saudáveis não tem religião, tem fé; não estão estáticas, mas em movimento; e não tem regras, mas um princípio. E que líderes não tem vaidade, mas comprometimento com uma idéia; não tem ambição, são generosos. E o pricipal: não esperam, fazem!

PS.: Estou preparando um post com líderes gringos e brasileiros que, na minha opinião, criaram tribos coesas. Aguardem!



To architect X To design

Post essencial para um digital creative este do sempre fantástico Seth Godin:

“I think architecting something is different from designing it.

Design carries a lot of baggage related to aesthetics. We say something is well-designed if it looks good.

So I reserve “architect” to describe the intentional arrangement of design elements to get a certain result.”