we don’t realy need a crowd

house classics vol.02
[]s AG

(novo set em breve, aguardem.)



la da dee la doo dow, la da dee la do dow…

house classics vol.01
[]s AG



Katy Davis

Katy é male ou female? Deixa pra lá.
Interessante o trabalho dela, a música nem tanto, mas é uma boa ref. de motion.

[]s AG

Ps: Mais infos aqui.



Para a série “Melhores Vídeoclipes”

Bob Dylan, “Subterranean Homesick Blues”.



Steve Reich: compondo com o mínimo

O show mais lindo que eu vi este ano: Percorso Ensemble executando duas peças de Steve Reich no SESC Consolação dentro da Mostra SESC de Artes.

Reich é usualmente lembrado como um pioneiro do minimalismo. Sua música é feita com um mínimo de acordes repetidos à exaustão (música repetitiva, é assim que Reich gostava de ter sua música chamada).

As notas são tocadas por váris instrumentos; nesse show a primeira peça teve a participação de SEIS xilofones tocados ao mesmo tempo, dando à música uma enorme massa hipnótica. Mais que progressivo, o som era ‘aditivo’, com elementos minimais aparecendo diversas vezes nas composições, com as notas sendo tocadas um nível acima ou abaixo em cada instrumento.

Fiquei impressionado com o público, mais com cara de música erudita. Esperava mais jovens para ver o trampo de um compositor vanguardista que já tocou com o Kraftwerk.

Veja abaixo o vídeo de ‘Pulse’ de seu disco ‘Music For 18 Musicians’, fácil um dos álbuns mais importantes dos últimos… 50 anos?

Ah, e aqui o torrent do disco ;-)



Jeff Mills - The Bells

O clássico “The bells” em uma versão incrível. Jeff Mills e a Montpelier Philharmonic Orchestra em uma apresentação sensacional. Pra quem não conhece o Jeff Mills, ele é um dos maiores nomes do techno e um dos grandes expoentes do techno de detroit, que particularmente me agrada muito.

[]s AG

(essa faixa é parte de um CD e DVD chamado Blue Potential)



The Fab Four

Vídeo raro dos Beatles tocando um de seus clássicos: Stairway To Heaven.

Update: O vídeo foi feito por uma banda cover dos Beatles que usou perucas, ternos e câmeras da época para criar a atmosfera da banda com a letra do Led Zeppelin.



O melhor videoclipe da história Pt. 3

Se num primeiro post tratamos de um vídeo milimetricamente calculado e no segundo de uma performance quase totalmente espontânea (filha, claro, do mestre de todos os videoclipes de performance espontânea), como terceiro videoclipe da história eu queria trazer algo que fica entre esses dois conceitos: um streaming de conciência, surreal e desarticulado como qualquer pensamento, mas com um propósito super bem amarrado.

Esse vídeo abaixo foi feito em 2002, quando o Phoenix ainda era uma banda pequena (aliás, que banda francesa não é pequena? Só o Daft Punk…). Tinham uma música de mais de nove minutos, Funky Squaredance, e nenhum dinheiro para produzir o vídeo, mas tinham um trunfo: o carinho de Roman Coppola, filho do homem, cuja irnmã, a Sofia, é casada com o vocalista do Phoenix.

Desse caldo bem estranho saiu um “melhor videoclipe da história”, na verdade, o meu melhor videoclipe da história, o primeiro vídeo musical a fazer parte da coleção permanete do MoMA. Preparem-se.



O melhor videoclipe da história Pt. 2

Não é videoclipe oficial, mas dá de 10 em muitos oficialescos que existem por aí. O “Flagpole Sitta” é o meu favorito há muito tempo, principalmente por sua simplicidade e criatividade. Ele foi feito (ou dublado) por uma agência de internet nos Estados Unidos. Segundo eles, após uma noite de trabalho, eles se reuniram e começaram a ter as idéias para o clipe. Na primeira tentativa, já conseguiram o resultado abaixo.


Lip Dub - Flagpole Sitta by Harvey Danger from amandalynferri on Vimeo.

Não sei quanto a garota que aparece no início do clipe influenciou na minha escolha, mas isso não pode ser levado em conta, né?



O melhor videoclipe da história Pt. 1

Levando pra frente a filosofia aqui do blog, de postar sobre assuntos em que somos especialistas -que amamos, enfim!-, vou aproveitar o gancho de o Caio ter comentado comigo sobre o videoclipe abaixo para começar uma série: O melhor videoclipe da história. Assim mesmo, no singular, porque quem é fascinado por um videoclipe dificilmente aceita comparações com ouro clássico.

E talvez não haja vídeo melhor para abrir a série do que o clipe de Star Guitar (2002), dirigido por Michel Gondry para o Chemical Brothers, seja pelo simples fato de que 9 entre 10 pessoas perguntadas sobre seu clipe preferido vão cita-lo, seja pelo conceito de sincronia extrema entre imagem e som ter se recebido grande ajuda desse vídeo para se cristalizar na produção audio-visual.

Antes dessa obra-prima já haviam várias experiência de VJing (com os equipos limitados disponíveis) que exploram a alta sincronia da imagem com a música, mas o vídeo de Star Guitar consolidou a parada e foi imitado/remixado muito depois disso, pelo próprio Gondry e por outros diretores.



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