Conceito:firmacasa - loucurinhas para 2009

Para inaugurar os posts sobre os projetos da Urban Summer, ai vai o link da ação de Natal para a Conceito:firmacasa loja de móveis e design de interiores aqui de São Paulo.

A idéia é pegar a onda do final do ano, de novos projetos e perspectivas, criando um espaço para os usuários contarem as loucuras que pretendem fazer em 2009. Dá pra carregar fotos junto com o seu texto ou usar um dos vídeos preparados por nós para ilustrar sua loucura (foto). Tem sugestões como viajar na segunda-feira, ficar de pernas pro ar, exagerar no vermelho, entre outras.

A ação tem apoio de mídia nos sites da Vogue RG, Lilian Pacce e Glamurama. Sua contribuição ainda aparece randomicamente durante o mês de dezembro nas TVs instaladas na vitrine da Conceito. Participe =]

Clique para ver mais fotos dos vídeos.

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Velocidade de conexão

Você pode testar a velocidade de conexão do seu computador acessando o SpeedTest.net.

Eu achei curioso, procurei algumas comparações entre a nossa realidade aqui em SP e um cidadão em Tokyo.
Percebi que por melhor que seja a velocidade que você adquiriu em qualquer provedor aqui na Terra Brasilis, não chega aos pés da velocidade média que os japas experimentam do outro lado do mundo. A “média” deles tá na casa dos 16.500kb/s, chegando a 33.000kb/s. Enquanto nós sobrevivemos com 2.500kb/s.

Muita fé, um dia chegamos lá.
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O que a crise fará com a gift economy?

Não é a primeira vez que me deparo com um texto falando sobre os efeitos da crise econômica sobre a Gift Economy (esse novo modelo econômico de contribuição gratuita que faz, por exemplo, a Wikipédia ser um dos maiores sites do mundo). A maioria deles tinha uma visão negativa, defendendo que, mais pobres, as pessoas deixariam de lado a vaidade de contribuir online para se concentrar na sobrevivência. Essas análises sempre me deixarma uma sensação estranha, como se algum conceito estivesse perdido nesse bolo. Não conseguia aceitar que toda a Web 2.0 (fundamentalmente erguida sobre a Gift Economy) pudesse ser tão frágil.

Lendo o blog do Chris Anderson ontem, as coisas clarearam pra mim. Em seu post sobre os significados da recessão para o Free, ele toca três pontos: sites suportados por propaganda, os Freemium (que a maioria dos usuários usa de graça e uma pequena parte paga, como o Flickr) e a Gift Economy. Suas idéias:

Sites suportados por propaganda: Vão perder; menos que os negócios offline, mas mesmo assim vão ver um arrefecimento no crescimento dos budgets.

Freemium: Ele vê um cenário moderadamento positivo, visto que ‘de graça’ é um bom preço para quando se está sem dinheiro. E como só 5% dos usuários tem que pagar para que o site dê lucro (segundo ele), as perspectivas são boas.

Gift Economy: Aqui é que a coisa pega. É fácil imaginar que, apertados pela crise, os consumidores comecem a não dar a mínima para os verbetes da Wikipédia, blogs e outros 2.0. Mas o Chris Anderson lembra de dois conceitos basilares nesse tipo de contribuição: reputação e spare cycles.

Ele lembra que as pessoas, desempregadas, terão que cuidar de sua reputação online para conseguir outra ocupação. Ou seja, a consequência seria mais engajamento em blogs e sites participativos.

Além disso, ele fala do principal gerador da Gift Economy: os spare cycles por que passam as pessoas, que seriam meio que a matéria escura dos seres humanos. Em física, a matéria escura ocupa mais de 90% do Universo, é difícil de detectar, obscura, e tem muito mais energia do que a matéria que conhecemos. Pra ser menos nerd (ou poético, depende da sensibilidade), spare cycles são o que fazem as pessoas agirem assim:

E o melhor de tudo: spare cycles são mais fortes quando as pessoas tem mais tempo livre. Assim, a crise nos reserva “um boom de criatividade e compartilhamento online”.



Blog é muito 2004

Ah, como a Wired adora decretar a morte das coisas. Do kindle a estratégias para a diminuição do aquecimento global, os pitacos deles são onipresentes. E o último é este:

Thinking about launching your own blog? Here’s some friendly advice: Don’t. And if you’ve already got one, pull the plug.

O argumento é que tantos blogs profissionais foram abrindo (e isso é verdade, basta ver o top100 do Technorati) que o seu comentário sobre um gadget não tem chance nenhuma de ser achado, brigando com o Engadget, o Techcrunch e afins. Achei bacana eles também citarem a Wikipedia como destino desses acessos que antes, numa época de Internet pouco profissionalizada, iam para os blogs.

A dica deles: feche seu blog e vá criar presença online no Twitter, no Flickr, no Facebook… Enfim, a discussão está aberta.

Um pitaco meu agora, falando de Brasil: alguém ai conhece uma dúzia de blogs profissionais fortes, que são revistas eletrônicas confiáveis, na blogosfera brasileira? Eu também não; acho que ainda vai demorar um tempo para essa matéria da Wired fazer sentido no Brasil



online art that capture the world’s expression

Jonathan Harris é um programador talentoso que sabe utilizar suas ferramentas para desenvolver estudos e capturar os sentimentos das pessoas que estão usando a internet. Sim, os sentimentos. E ele manja muito de Flash.

Este vídeo mostra alguns projetos criados em 2007. Achei muito interessante. São experimentais, com boas idéias aplicadas.

O blog do Jonathan Harris é demais. Tem também outros projetos comerciais e trabalhos realizados para BMW, Yahoo! etc.



Primeiro Viral da História (Ano 0005 AY*)

Estavamos em um brainstorm e eu me lembrei do Phonebashing, tive contato com o site destes malucos há muito tempo, por isso o título do post. Não sei ao certo se alguma marca assinou essa ação, e não imaginava que o site ainda estava no ar, agora divido a referência com vcs.
Reparem o tamanho dos vídeos, a conexão boa era péssima, o speedy não existia, a Netstream era uma promessa na Vila Olimplia e o ICQ já era muito melhor que o messenger (uma pena). Para assistir todos seis vídeos do site demorava muito.

Alguem lembra???

Bom, se alguem tiver um viral mais antigo poste agora.
http://www.phonebashing.com

[]s AG

* AY (Segundo Luis Fernando. Mundo hoje pode ser dividido em AY/DY, Antes do Youtube “AY” e Depois do Youtube “DY”, estou me referindo ao ano 05 AY, 2000)



Youtube Wii experience

Seria o YouTube tentando concorrer com o Yahoo! nos formatos diferenciados para campanhas online?

De qualquer forma eu gostei muito da execução, efeitos etc. Muito bom!

Além do que realmente passa a sensação de que jogar o tal Wii é sensacional.

Clique aqui para ver.



Discovery Channel - A Internet

Quero começar o post dizendo que sempre acreditei que um dia a televisão seria interessante, agregaria, poderia sim ser uma fonte de conteúdo e conhecimento.

Eu sou fã dos canais Discovery, Nat Geo, Animal Planet, History Channel etc.

Bom, voltando ao post.
Tá na grade de programação do canal Discovery a séria “A Internet”.
No primeiro episódio, falaram tudo sobre a chegada da rede ao público com a criação do primeiro navegador, e então a guerra entre os dois principais navegadores da história: Netscape X Internet Explorer.
Muito bom.
Fala, inclusive, sobre como se estabeleceu a relação de monopólio da Microsoft, naquela disputa judicial que marcou 1998.

Após a exibição, é possível ver o episódio na web:

O próximo vai rolar nesta quinta-feira (25/09) às 23h.

Mais sobre a série, aqui.



Avaliando o material

Hoje em dia compra-se de tudo pela internet. Até apartamentos com direito a tour virtual, corretor online etc.
Fico animado sempre que vejo uma solução realmente funcional, que traga a tal experiência virtual.

Lançaram uma loja virtual que vende lingeries, com modelos indo e vindo pela tela do computador. Ótimo para a mulherada que pode ver como cada peça se comporta de acordo com o seu tipo físico.

Preciso dizer como os cuecas ganham com isso?

Tem mais aqui.



Experiência Online e Mídias Sociais

Topei esta semana com dois estudos bacana sobre internet e queria dividir com vocês.

O primeiro é o ‘Finding Information - Factors that improve online experiences’, pesquisa séria, com método e bem estruturada -como há poucas sobre internet- e fala, basicamente de melhorias na experiência do usuário na web.

O que mais gostei foi a parte sobre a falta de sincronia entre o que as pessoas querem e o que as pessoas que produzem sites acham que elas querem. Só pra ter uma idéia, duas das conclusões da pesquisa foram: “os designs estão muito otimistas quanto à capacidade das pessoas de manter a orientação”, “visitantes querem navegação organizada em muitos tópicos”.

O outro é o ‘The Essential Guide To Social Media”, do Brian Solis, sobre como inserir marcas em comunidades. Peca por ser muito curto e não se aprofundar nos conceitos, mas dá três recados ótimos: 1- sua marca não precisa usar TODAS as ferramentas disponíveis apenas porque elas existe; use as relevantes para você e sua audiência; e 2- Ouça primeiro para aprender a falar a língua da comunidade; 3- Seja util, ajude antes de se divulgar.

Para quem curtiu, os estudos estão impressos aqui na minha mesa.



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