O banner não morreu!

Bom, pelo menos não para execuções criativas, como essa abaixo da Nike.

Precisa de mais pra provar que mesmo um formato pensado para o brainwash pode suportar uma camapnha efetiva se for olhado com critério e conhecimento da web?

via @fabiorex



Nascido do conceito de arte digital aplicada que, no final das contas, também deu origem à agência Urban Summer, acaba de entrar no ar o Urban Arts, uma plataforma para a divulgação e comercialização do trabalho de artistas, designers e ilustradores, assinada aqui pela U.S.

A ideia é ser um canal que ofereça produtos de artistas (ascendentes e consagrados), escolhidos com muito cuidado. Uma loja com curadoria, é esse o espírito; usar o conhecimento do André Diniz (idealizador do projeto e também presidente da Urban Summer), adiquirido nas pesquisas do mercado de design, para disponibilizar conteúdo legal que todo mundo pode ter em casa.

O site já tem uma gama grande produtos, entre adesivos, quadros pôsteres e outras peças das duas parceiras iniciais (a Conceito:FirmaCasa e a Plastik) e ainda muitas novidades que estão vindo.

Para o lançamento, a Urban Arts preparou uma edição especial de releituras de obras do pintor simbolista austríaco Gustav Klimt, baseadas em fotos de Valério Trabanco. Duas das obras produzidas, foram as abaixo, do coletivo My.S, e do artista gráfico Gian Barbera que tem uma série de outros trabalhos no Urban Arts.

O coquetel oficial de lançamento do Urban Arts acontece dia 5 de maio, na Galeria Pop, a partir das 19h. A Galeria Pop fica na rua Virgílio de Carvalho Pinto, 297, em Pinheiros, São Paulo e todos os amantes de arte digital são convidados.



Stop motion de primeira - wolf and pig

Sério, alguém consegue contar quantas fotos ele imprimiu?? rs
Deve ter dado um trabalho animal… mas ficou muito bom.

Vi no Chongas.



Chag Sameach

Estamos no meio do feriado de Pessach (e eu aqui trabalhando, seus puto). É um feriado que eu gosto da comemoração, porque alem dos chocolates compartilhados tambem é um momento em que a tradição da comemoração consiste justamente em contar a historia para as gerações mais novas ou, no caso da minha familia para as namoradas, esposas e amigos “goy” que sempre frequentam as mesas nessas datas. Ontem, um tio figuraça que eu tenho inovou e trocou um jeito um tanto moroso por um bem multimidia e divertido que mostro para voces aqui.

e



O que vem depois da música gratuita, em qualquer lugar e a qualquer momento?

Resposta: o Pacemaker, um sistema portátil para interagir com a música. Agora todos podem ser DJs.

Dá pra entender tudo vendo o incrível vídeo depois do clique, mas é fácil de sacar que, depois de ter acesso ilimitado e gratuito à música, os usuários passariam a modifica-las. Mais do que fazer remixes ou mashups, o Pacemaker tem a interface ideal e toneladas de efeitos customizados para você ser o seu próprio DJ, interferindo na música ao vivo, enquanto ela está tocando nos seus fones (ou nas caixas de som da sua festinha particular).

Como tudo hoje é comunidade, você pode gravar seu set, disponibiliza-lo para outros usuários, ouvir os sets deles, ranquear, etc, etc.

(via @alles_sehen)

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